Copaíba defini sua visão para 2023

Depois de dois dias cheios de atividades, discussões e planos, a Copaíba defini sua nova visão para o ano de 2023. A reunião de planejamento contou com a facilitação do conselheiro e fundador da Copaíba, Tiago Sartori, e da colaboradora Marina Franco, que conduziram as atividades de forma dinâmica e agradável para o grupo. “fala da Marina”, comenta Marina.

Anualmente, a instituição reúne seus colaboradores para revisar ou planejar novas ações a serem realizadas. Porém, o última reunião de planejamento desse grupo foi feita em 2016, momento em que foram focados esforços para planejar e adequar a sede, na época, recém adquirida. Depois de quase três anos, o encontro foi significativo e norteia as ações da Copaíba para os próximos cinco anos.

Além de definir a visão, tanto para a equipe executiva quanto para o Conselho Diretor, as reuniões de planejamento contribuem para fortalecimento do grupo. “São nesses momentos que alinhamos quem somos, oque fizemos e o que pretendemos ser. Isso enriquece o grupo e fortalece nosso propósito”, comenta Flávia Balderi, Secretária Executiva da Copaíba.

A participação de cada um teve sua importância. Para Bernadete B. de Moraes Santos, viveirista, muita coisa foi aprendida, inclusive a história da Copaíba e seus marcos. “Foi muito interessante participar desse processo. Conseguimos tomar uma decisão em conjunto, tanto equipe quanto diretores. Senti que nós todos estamos, juntos, no mesmo barco”.

Jayson Pelatieri, técnico de campo da Copaíba, considerou um privilégio ter participado do planejamento da instituição. “Fiquei entusiasmado com o envolvimento de todos, tanto equipe quanto diretores, e otimista pela decisão que tomamos e visão mais clara do que pretendemos para o futuro”, completa Pelatieri.

Agora, o próximo passo é definir os objetivos estratégicos para que a instituição alcance sua visão.

A visão

A Copaíba, em 2023, quer ser reconhecida como uma organização que:

– É referência em restauração da Mata Atlântica e na produção de mudas nativas;
– Atua efetivamente na educação ambiental e nas políticas públicas vinculadas à missão institucional;
– É exemplo de sustentabilidade ambiental, com espaço acolhedor e inspirador.

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