Jovens norte-americanos participam de vivência na Copaíba

Na primeira semana de julho, a Copaíba recebeu um grupo de jovens norte-americanos como voluntários para contribuir com as ações da instituição. Eles vieram por meio de um programa da “Experimento Intercâmbio Internacional”, uma rede especializada em intercâmbio que atua em mais de 30 países.

Os jovens estudantes chegaram ao Brasil no final de junho e, já aprendendo português, deram início às atividades voluntárias. Com intuito de conhecer o país, os jovens norte-americanos se voluntariam em diferentes setores que os aproximam da cultura local e da natureza. Para Sharon Woodyatt, Coordenadora Local do Programa da Experimento, todo o trabalho de intercambio está relacionado ao estudo do meio, e o trabalho da Copaíba está inserido nesse contexto. Outros destinos estão programado para o roteiro dos jovens voluntários.

Na Copaíba, eles aprendem fazendo. “Aqui eles ajudam de verdade e aprendem trabalhando. É um momento de vivenciar experiências novas em contato direto com a natureza e ao mesmo tempo colaborarem para as ações da própria instituição, como a produção de mudas”, comenta Flávia Balderi, Secretária Executiva da Copaíba.

Os jovens plantaram sementes de jatobá para ajudar a produção de mudas no Viveiro e também plantaram mudas de árvores nativas na Reserva Florestal da Copaíba. As mudas contribuirão para o enriquecimento da floresta que está se formando.

A visita na Copaíba é uma experiência diferenciada na vida desses jovens. “A vivência de hoje nos fez perceber, enquanto humano, quão próximos somos da natureza… Poder estar conectado com o nosso “eu”, e assim relembrar e repensar nessa sintonia que existe entre nós e a natureza”, comenta Ellie Schott, líder do grupo de voluntários norte-americanos.

Para a Copaíba, contribuir para a formação da consciência desses jovens é muito gratificante. Para a Experimento Intercâmbio Internacional a impressão é a mesma. “Com esses trabalhos voluntários podemos transformar a vida desses jovens e a Copaíba está contribuindo com esse intuito, de torna-los cidadãos mais conscientes. Assim, eles vão poder multiplicar essa nova percepção de conservação ambiental onde estiverem”, comenta Sharon Woodyatt.

Compartilhar

Comentários